Êta que quebrada linda. Cada dia que passa posso gritar cada vez mais alto e mais forte: "Eu sou da quebrada e esta quebrada é linda demais!"... Muitos problemas à parte, o que eu vislumbro é uma força descomunal, que muitos começam a descobrir aos poucos. O processo pode ser lento, mas é contínuo. Vou deixar um mundo melhor para os descendentes? É claro! Respondo com propriedade e sem titubear...
As escolhas estão sendo feitas. Estão erradas? Estão certas? De qual ponto de vista? Do seu, do meu ou daquele terceiro elemento que está logo ali? Não sei. Só sei que as escolhas têm de ser feitas e eu não vim aqui apenas para acertar, mas também para aprender com meus erros. Será que temos todo esse tempo para aprender? Acho que não. Mas enquanto vamos nos consumindo em nosso próprio tempo, vamos tentando adequar nossas vidas ao mundo, aos outros, aos eventos naturalmente arquitetados pelo destino...
O futebol estava lá no telão. Até eu me surpreendi com minha própria empolgação. Que dia tão pincelado... O desenho completo, acompanhado de seus respectivos rabiscos, se enraizou desabridamente aqui na pele e na memória. Não sai mais. Nunca mais. Que bom sentir emoções que pensava não existirem mais... Que bom sentir! Que bom viver um dia após o outro. Que bom ser responsável pelos próprios atos. Que bom tomar as rédeas da vida. Que bom ser incompreendido. Que bom falar "que bom!".
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
sábado, 30 de agosto de 2008
Um universo em cada mente
Preciosa, me perguntaste de onde vêm estas minhas inspirações. Resolvi escrever sobre. Ou reescrever, pois este é um tema recorrente. Acredito que seja importante falar sem pestanejar a respeito das PESSOAS, que são obra-prima básica da minha eterna formação, principalmente nas subdivisões das pulsações do meu coração, pois é com ele que penso, me relaciono e ajo.
Um pensamento renitente me aparece mais uma vez, e não será a última: como é possível e indescritível haver um mundo em cada uma daquelas mentes e corpos a vagar por ali? Ah, como penso e repenso nisto. Na verdade, acho que reside aí a origem de todos os meus questionamentos.
Outro dia olhei os passos e formas de caminhar e, para minha surpresa, não encontrei nenhum sequer parecido um com o outro, nem mesmo aqueles passos preparados pelos mesmos pés e pernas. Uma moeda no valor de 1 real caiu no chão. Obrigado! Ela poderia não ter falado, eu poderia não ter notado a queda, aquela relação poderia não ter sido manifestada se a moeda não tivesse despencado. Se. Mas voltando e prosseguindo também.
As pessoas caminham para a finitude de suas indagações e anseios desesperados por calor, por energia solar, por vida delineada sem beiras. Elas correm e me fazem correr atrás para tentar [pobre de mim, que pretensão!] compreendê-las, destrinchar os mundos que as habitam, as corroem e fortalecem interiormente, que as motivam a madrugar todos os dias para o sonho diário da sobrevivência, a ter forças para seguir nadando contra a maré.
E num instante percebi como todos nós, com suas particularidades e mundos distintos, conseguimos formar um mesmo globo, que percorre toda a órbita das terras, mares, desertos, descampados inacabados, gotejados de murmúrios sedentos de amor.
Máquinas de emoções andantes e errantes, que não sabem de onde vieram nem para onde estão indo. É tudo tão incerto que não me atrevo a transpor este limiar. Paro por aqui, para emendar no próximo novelo de lã que encontrar pela frente... Respiro e ainda não me contenho dentro de mim. Ainda é pouco, ainda preciso de mais. Demais.
Um pensamento renitente me aparece mais uma vez, e não será a última: como é possível e indescritível haver um mundo em cada uma daquelas mentes e corpos a vagar por ali? Ah, como penso e repenso nisto. Na verdade, acho que reside aí a origem de todos os meus questionamentos.
Outro dia olhei os passos e formas de caminhar e, para minha surpresa, não encontrei nenhum sequer parecido um com o outro, nem mesmo aqueles passos preparados pelos mesmos pés e pernas. Uma moeda no valor de 1 real caiu no chão. Obrigado! Ela poderia não ter falado, eu poderia não ter notado a queda, aquela relação poderia não ter sido manifestada se a moeda não tivesse despencado. Se. Mas voltando e prosseguindo também.
As pessoas caminham para a finitude de suas indagações e anseios desesperados por calor, por energia solar, por vida delineada sem beiras. Elas correm e me fazem correr atrás para tentar [pobre de mim, que pretensão!] compreendê-las, destrinchar os mundos que as habitam, as corroem e fortalecem interiormente, que as motivam a madrugar todos os dias para o sonho diário da sobrevivência, a ter forças para seguir nadando contra a maré.
E num instante percebi como todos nós, com suas particularidades e mundos distintos, conseguimos formar um mesmo globo, que percorre toda a órbita das terras, mares, desertos, descampados inacabados, gotejados de murmúrios sedentos de amor.
Máquinas de emoções andantes e errantes, que não sabem de onde vieram nem para onde estão indo. É tudo tão incerto que não me atrevo a transpor este limiar. Paro por aqui, para emendar no próximo novelo de lã que encontrar pela frente... Respiro e ainda não me contenho dentro de mim. Ainda é pouco, ainda preciso de mais. Demais.
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